Conectar para transformar

Ao apresentar o projeto, Mauricio Cerri, superintendente de Tecnologia da Informação e Inovação da Unimed do Brasil, falou sobre a importância do Unimed Lab como mais do que um espaço físico, mas de conexão em diversas esferas. “Este é o hub de inovação aberta do Sistema Unimed, que nos auxilia no processo de interação entre as cooperativas, startups, investidores e outros parceiros estratégicos. Com ele, geramos e potencializamos oportunidades de negócios, com mais sinergia e participação das Unimeds nesta transformação”, disse.

Cerri complementou com um chamado proativo ao mercado para integrar esta trilha de inovação: “Estamos convidando todas as startups de saúde para estarem conosco neste movimento, como mantedores do nosso Unimed Lab, atuando ao lado de mais de 200 operadoras e mais de 150 hospitais e recursos próprios do Sistema Unimed”.

O gerente Digital em TI da Confederação, Eduardo Sleiman Beljavskis, explicou que o processo de inovação com cooperação aberta ocorre por meio de estratégias digitais integradas e projetos e eventos promovidos pelo Unimed Lab, com foco em pilares de cultura e formação de mentores, engajamento, parcerias e estratégia digital.

“Temos o objetivo de ser a maior plataforma de coalizão em inovação aberta na saúde e gerar oportunidades de negócios para todas as cooperativas, junto com a Unimed do Brasil. Nos conectamos aqui para uma jornada digital completa, com a criação de soluções, como aplicativos e plataformas, e também escalando ações que já existem no Sistema Unimed”.

Outros temas abordados pela equipe de Digital foram o Open Health, modelo que permite que um paciente tenha seus dados de saúde acessíveis de forma integrada, e outras tecnologias. “Temos iniciativas em andamento e alinhadas com o conceito do Open Health e estamos fortalecendo nossas parcerias e estratégias para estarmos cada vez mais seguros e conectados com todo o ecossistema de saúde. Estamos nos preparando também para novas tecnologias que nos impactarão de forma significativa nos próximos dois anos, como 5G, IA, Blockchain e o metaverso, sobre o qual já temos startups de ensino médico com tecnologia VR que certamente ajudarão muito nossos médicos”, afirmou Beljavskis.

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