Primeiro encontro do GT Low Cost

Em 22 de outubro, a Federação Rio deu início ao que pode ser um marco para o Sistema Unimed fluminense. O estudo de um produto de baixo custo – low cost para os beneficiários, com uma rede enxuta e diferenciada, porém, com qualidade. Para isso, um grupo de trabalho foi montado e a primeira reunião ocorreu, online, com 46 participantes de 11 Singulares do estado e da Unimed do Brasil, além das Unimeds Federação Rio Grande do Sul e Federação Paraná, que compartilharam experiências.

De acordo com o diretor de Mercado e Tecnologia da Informação da Federação Rio, Benito Petraglia, o “objetivo é construir um produto de baixo custo que possa ser oferecido às Unimeds do estado, respeitando às características de cada uma de forma que dê condições ao Sistema Unimed de disputar com a concorrência, nesse nicho, que já é tão explorado por eles”.

Também presente em toda a reunião, o presidente da Federação Rio, João Alberto da Cruz, se mostrou interessado e inclinado a iniciar o trabalho. “Estamos buscando conhecimento para construir um plano de pouco custo para nossos clientes. Essa é a construção de um entendimento para concluirmos se podemos e devemos trabalhar nesse sentido”, concluiu.

Com experiência no segmento e com o Projeto Unimed Fácil em fase de implementação, junto a mais cinco operadoras, o gerente de Negócios Coorporativos da Federação Rio Grande do Sul, Jonatas Barth, foi quem iniciou as apresentações. “Tivemos o auxílio de uma consultoria externa para dar início ao projeto. Optamos por utilizar as Singulares, nos maiores centros, para termos melhores opções de negociação. O produto tem o conceito de levar trabalho aos médicos. Fica a cargo de cada Singular criar sua porta de entrada, dessa forma, criamos três modelos para facilitar o trabalho das operadoras. A entrada da porta dos consultórios, por meio dos Recursos Próprios e a criação de uma estrutura exclusiva para o produto. Cada uma tem a possibilidade de trabalhar no modelo que considerar trazer melhor benefício”, explicou.

A Federação Paraná também possui experiência no ramo e o gerente Comercial da cooperativa, Evandro Barros, defende que cada Unimed invista em um modelo próprio de low cost. “É interessante que cada um tenha um formato próprio, customizado para cada região. Antes de entender tecnicamente, precisamos entender estrategicamente. O papel principal não é a implantação do produto, mas de convencimento do cooperado e da rede. O foco não é concorrer em preço. A nossa diferença é a qualidade do nosso modelo”, orienta Evandro.

A Unimed do Brasil esteve representada pela gerente de Desenvolvimento e Mercado, Fernanda Trabould, compartilhou dados sobre o cenário da Saúde Suplementar, no estado do Rio de Janeiro, que evidenciaram a necessidade de resposta do Sistema Unimed fluminense ao mercado. “Essa foi apenas a primeira reunião e tivemos um grande aprendizado. Essa é uma fase de entendimento e compreensão. Estudar o mercado, sentir as necessidades e decidir, juntos, a melhor maneiro. Esse é o caminho e estamos indo bem”, finalizou Petraglia.

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