Intercooperação nos Negócios

O mercado de Saúde Suplementar encontra-se em ebulição. Apesar do impacto econômico e social da pandemia pela Covid-19, o Brasil apresenta uma infraestrutura que permite retornar, em curto prazo, o crescimento em sua atividade produtiva.
Sabemos que o setor de Saúde Suplementar é muito dependente do emprego e renda e que, no nosso estado do Rio de Janeiro, isso foi duramente afetado. Porém, o que estamos vivenciando, em nosso meio, é uma verdadeira “briga de cachorro grande”, com todos os grandes players do mercado de saúde se movimentando: A Rede D’Or se interiorizando; o grupo DASA fazendo aquisições; o grupo Oncoclínicas fazendo parcerias; o grupo HapVida/GNDI comprando hospitais; o grupo AMIL e o grupo Assim investindo em centros clínicos e hospitais. Todos eles capitalizados!
Enquanto isso, o nosso Sistema Unimed ainda continua fragmentado e, eventualmente, praticando autofagia. É exatamente nesse ambiente que encontramos nossa fragilidade. Precisamos repensar essa atuação buscando sempre a diminuição dos custos do cliente Unimed sem perder a qualidade: Marca e produtos nós temos.
O estado do Rio teve, em 2020, o crescimento de 1% em número de vidas com plano de saúde; ao mesmo tempo o Sistema Unimed perdeu 1% de sua carteira. Eles migraram para nossos concorrentes. É hora de praticar o princípio cooperativista de intercooperação. É hora de investir na educação em gestão para os funcionários e cooperados. É hora de inovar e focar no cliente. Fortalecer-se, localmente, com Recursos Próprios é um caminho irreversível. Fortalecer a parceria entre as Unimeds também.
Diretor de Mercado e Tecnologia da Informação – Benito Petraglia
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