Estudo atuarial sobre impacto do reajuste negativo é enviado às Federadas

Com a divulgação pela ANS do percentual negativo de reajuste de -8,19% dos planos de saúde individuais ou familiares médico-hospitalares regulamentados, contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/98, as operadoras terão suas receitas reduzidas, com o maior impacto para aquelas com maior concentração de planos com este tipo de contratação. O percentual de reajuste de -8,19% é o máximo que deve ser aplicado por todas as operadoras, a partir da data de aniversário do contrato, no período de maio de 2021 a abril de 2022.
Atenta a esses fatos e visando contribuir com as ações estratégicas estabelecidas pelas Singulares, a Unimed Federação Rio, por meio da Gerência Atuarial e de Estratégia, elaborou para cada uma das 18 Singulares do estado do Rio de Janeiro um estudo do impacto estimado do novo reajuste, que foi enviado pelo presidente da cooperativa, João Alberto da Cruz, para os presidentes das Unimeds fluminenses.
No estudo realizado, foi calculado o impacto na receita e sinistralidade das Federadas no ano de 2021 e no período de maio de 2021 a abril de 2022. De acordo com a análise, com a redução do valor da mensalidade, devida ao percentual negativo de reajuste, é esperada uma redução média, entre maio/2021 e abril/202 de 1,9% na receita das Unimeds do estado, resultando em um aumento médio da sinistralidade de 1,5 p.p.
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